A recolha de amostras de solo é fundamental para avaliar a fertilidade de um terreno agrícola e com isso identificar eventuais medidas correctivas que garantam maior produtividade e benefício financeiro. Como não podia deixar de ser, também na nossa horta recorremos a este procedimento, recolhendo em cada uma das duas parcelas uma pequena porção de solo capaz de ser o mais representativa possível numa análise química. Para o efeito, usámos uma enxada, uma colher de pedreiro, um balde e um plástico bem limpos de qualquer resíduo que pudesse influenciar o resultado final.
Em cada parcela o terreno foi percorrido em ziguezague, tendo sido recolhidas perto de uma dezena de amostras (as chamadas amostras simples) em diferentes pontos. Cada uma destas amostras, com 2 a 3 centímetros de espessura e retirada de uma cova a uma profundidade de 20 centímetros para dentro do balde, foi depois vazada sobre o plástico. As várias amostras simples foram em seguida misturadas e passadas a "pente fino" para identificar pedras indesejáveis, criando-se no final uma amostra composta, de cerca de 1 quilo, acondicionada num saco de plástico acompanhado de etiqueta mencionando data e local da colheita, pronta a seguir para o laboratório.
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