A RUA DAS HORTAS EXISTE MESMO. FICA SITUADA EM MOURA, NO BAIRRO DO SETE E MEIO.
ESTE BLOGUE É O DIÁRIO DE BORDO DA HORTA COMUNITÁRIA AÍ EXISTENTE. INICIALMENTE ASSOCIADA A UM PROJECTO DE FORMAÇÃO PARA PÚBLICOS DESFAVORECIDOS, COMO ESPAÇO DA COMPONENTE TECNOLÓGICA DO CURSO, A HORTA ENCONTRA-SE AGORA NUMA SEGUNDA FASE. NESTE MOMENTO, ACOLHE ALGUNS DOS FORMANDOS QUE MOSTRARAM VONTADE EM PROSSEGUIR A ACTIVIDADE PARA A QUAL FORAM CAPACITADOS E ESTÁ ABERTA A OUTROS INTERESSADOS EM ACEDER AOS RESTANTES TALHÕES DEIXADOS LIVRES. UNS E OUTROS SÃO RESPONSÁVEIS PELA GESTÃO COMUNITÁRIA DA HORTA, MEDIANTE A OBSERVÂNCIA DE UM REGULAMENTO E CONTRATO DE UTILIZAÇÃO. ESTE PROJECTO CONTA COM A ORGANIZAÇÃO DA ADCMOURA EM PARCERIA COM A CÂMARA MUNICIPAL DE MOURA, NÚCLEO LOCAL DE INSERÇÃO DA SEGURANÇA SOCIAL, EQUIPA TÉCNICA DE ACOMPANHAMENTO FAMILIAR PROTOCOLO DE MOURA E CENTRO DE EMPREGO DE MOURA. TAL COMO ATÉ AQUI, ESTE É TAMBÉM O ESPAÇO PARA FALAR DE REGENERAÇÃO URBANA, AGRICULTURA BIOLÓGICA E DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL E SOLIDÁRIO.

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Preparação do solo e sementeira directa II

Penteando geometricamente o solo na parcela superior.


Idem, na parcela inferior.


O professor João dá uma ajuda à Ana Paula.

Preparação do solo e sementeira directa I

1.Fez ontem um mês que iniciámos o curso. E nada melhor para comemorar a data do que iniciarmos os trabalhos agrícolas na horta, com a delimitação dos talhões, a mobilização e preparação do solo e a sementeira de ervilhas e favas. O dia esteve perfeito para as várias tarefas, ameno, seco e com uma luz única. 
2.Seguindo o projecto da horta, dividimos a parcela inferior em oito talhões (Joaquim, Hugo, Jorge, Ana Paula, Armando, Ana Lúcia, Jonas e Dina) e a parcela superior em quatro (Teodora, Judite, Ana Filipa e Isabel).
3.Com cordel de sisal e estacas delimitámos cada quadrícula de terreno e ainda os caminhos entre os canteiros para facilitar o acesso às diversas áreas de cultivo, evitando-se assim o pisoteio.
4.Depois, de enxadas nas mãos, fizemos uma cava profunda, com um palmo de fundura, aproveitando para enterrar as caganitas de ovelha que ajudarão a nutrir o solo já de si razoavelmente provido de matéria orgânica.
5.A seguir entraram em cena os ancinhos com os quais destroçámos os torrões de terra, removemos as pedras e nivelámos os terrenos. 
6.Só depois é que lançámos as sementes à terra, tendo em atenção o espaçamento entre cada planta, que foi medido recorrendo a bitolas de cana e cordel de sisal.
7.Só falta que chova nos próximos dias e a temperatura continue amena.

A horta com uma luz mágica que só o Sul tem nesta altura do ano.


Parece competição, mas não. É antes cooperação: o Joaquim dá uma ajuda à Dina.


Passagem com ancinho e a terra até dá vontade de comer.

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Vedação rústica VIII

A pose dos trabalhadores: o trio (Teodora, Armando e Dina), o Jonas, à direita, e o Jorge, em segundo plano. Já o professor João tem mais que fazer.


Já agora, um último grampo, antes de irmos almoçar.


A nossa vedação rústica, sem ferir a paisagem da horta.

Vedação rústica VII

O chão da nossa horta não dá apenas legumes; dá azo também a adivinhas, como esta:
Verde foi o meu nascimento
 e de luto me vesti,
para dar a luz ao mundo
mil tormentos padeci.


Mais um grampo, a meias com o professor João e o Jonas.


Venham agora as fiadas de arame farpado.

Vedação rústica VI

 Afinal, quem faz mais força a esticar a rede? Dina, Jonas, Joaquim, Armando, Jorge, Hugo ou o professor João?


Mais um grampo cravado pelo professor João, para a rede ficar bem tensa.


Vista de longe, a vedação está a tomar forma.
 

Vedação rústica V

Parece que estão na praia a ver estender a rede: a Ana Filipa, a Ana Paula, a professora Irene, a Ana Lúcia e a Judite.


Aconteceu um problema com os "anzóis": a Ana Lúcia, a Judite, o Joaquim, a Teodora e a Dina esperam para ver o desembaraço do Armando.


E as pescadoras de serviço são a Dina e a Judite.


Vedação rústica IV

O Armando volta à carga enquanto o Joaquim segura firme. 


Entra em cena o Jonas, com vontade de mostrar o que vale.


O Joaquim espreita pela mira imaginária e garante que os paus estão alinhados. O Jorge e o Jonas não parecem  muito convencidos.